MANIFESTO PARA UMA CIÊNCIA PÓS-MATERIALISTA
O universo não é um conjunto estático e inerte.
O cosmos não é preguiçoso – e sim ativamente dinâmico e inclusive, diríamos, criativo. O cosmos é quase teleonomico, sendo algo vivo que possui finalidade. O desenvolvimento deste processo cósmico global no tempo não é outro que a evolução e ao impulso que conduz a unidades cada vez mais elevadas - como o holismo.
O mesmo impulso que deu lugar aos seres humanos a partir das amebas é o que termina convertendo o menino em adulto. Quer dizer, o crescimento ou o desenvolvimento psicológico de uma pessoa da infância até a maturidade é simplesmente uma versão em miniatura da evolução cósmica ou, dito de outro modo, um reflexo microscópico do desenvolvimento global do universo.
O desenvolvimento psicológico avança estrato a estrato, nível a nível, estágio a estágio, e o novo nível se sobrepõe sobre o anterior até chegar a inclui-lo (ou, como diria Werner, «envolvê-lo») e transcendê-lo. ( Trecho retirado do Projeto Atman)
Acabo de ter ciência que um grupo de cientistas de vanguarda redigiu um manifesto para uma ciência pós-materialista. O manifesto foi da autoria de Mario Beauregard (PhD), Gary Schwartz (PhD) e Lisa Miller (PhD), em colaboração com Dr. Larry Dossey, Dr. Alexander Moreira-Almeida (PhD), Marilyn Schlitz (PhD) e dois investigadores mais conhecidos, Rupert Sheldrake (PhD) e Charles Tart (PhD).
Esses cientistas têm renome internacional em uma variedade de campos (biologia, neurociência, psicologia, medicina e psiquiatria), e participaram de uma conferencia internacional em 2014 que discutia sobre o impacto da ideologia materialista e a emergência de uma ciência pós-materialista, para explicar e atender melhor assuntos relativos a espiritualidade e sociedade. (Pause: É exatamente minha angustia que há tanto venho tendo com relação ao trabalho cientifico nas áreas da multidimensionalidade. Será que um dia consigo compor tal grupo?! Trabalhando e desejando isso intensamente!!!).
Vou deixar aqui a tradução de alguns trechos desse artigo:
“Desde seu surgimento, a ciência tem continuamente evoluído por uma razão fundamental: a acumulação de evidências empíricas que não podem ser acomodadas em visões enrijecidas. Por vezes as mudanças são pequenas, mas em alguns casos são titânicas, como na revolução relativística-quântica nas primeiras décadas do século 20. Muitos cientistas acreditam que uma transição similar seja agora necessária, porque o foco materialista que dominou a ciência moderna não pode acomodar um conjunto crescente de evidências empíricas no domínio da consciência e espiritualidade”...
....
4. Os métodos científicos baseados na filosofia materialista têm sido muito bem sucedidos, não só por aumentarem a nossa compreensão da natureza, mas também por trazerem maior controle e liberdade através de avanços na tecnologia.
5. No entanto, o domínio quase absoluto do materialismo no mundo académico tem restringido seriamente as ciências e dificultado o desenvolvimento do estudo científico da mente e da espiritualidade. A fé nesta ideologia, como um quadro explicativo exclusivo para a realidade, obrigou os cientistas a negligenciar a dimensão subjetiva da experiência humana. Isto levou a uma compreensão extremamente distorcida e empobrecida de nós mesmos e do nosso lugar na natureza.
6. A ciência é antes de tudo um método não-dogmático e de mente aberta, de aquisição de conhecimento sobre a natureza através da observação, investigação experimental e explicação teórica de fenômenos. A sua metodologia não é sinônimo de materialismo e não deve estar comprometida com nenhuma forma particular de crenças, dogmas ou ideologias....
Para mais aqui.
O cosmos não é preguiçoso – e sim ativamente dinâmico e inclusive, diríamos, criativo. O cosmos é quase teleonomico, sendo algo vivo que possui finalidade. O desenvolvimento deste processo cósmico global no tempo não é outro que a evolução e ao impulso que conduz a unidades cada vez mais elevadas - como o holismo.
O mesmo impulso que deu lugar aos seres humanos a partir das amebas é o que termina convertendo o menino em adulto. Quer dizer, o crescimento ou o desenvolvimento psicológico de uma pessoa da infância até a maturidade é simplesmente uma versão em miniatura da evolução cósmica ou, dito de outro modo, um reflexo microscópico do desenvolvimento global do universo.
O desenvolvimento psicológico avança estrato a estrato, nível a nível, estágio a estágio, e o novo nível se sobrepõe sobre o anterior até chegar a inclui-lo (ou, como diria Werner, «envolvê-lo») e transcendê-lo. ( Trecho retirado do Projeto Atman)
Acabo de ter ciência que um grupo de cientistas de vanguarda redigiu um manifesto para uma ciência pós-materialista. O manifesto foi da autoria de Mario Beauregard (PhD), Gary Schwartz (PhD) e Lisa Miller (PhD), em colaboração com Dr. Larry Dossey, Dr. Alexander Moreira-Almeida (PhD), Marilyn Schlitz (PhD) e dois investigadores mais conhecidos, Rupert Sheldrake (PhD) e Charles Tart (PhD).
Esses cientistas têm renome internacional em uma variedade de campos (biologia, neurociência, psicologia, medicina e psiquiatria), e participaram de uma conferencia internacional em 2014 que discutia sobre o impacto da ideologia materialista e a emergência de uma ciência pós-materialista, para explicar e atender melhor assuntos relativos a espiritualidade e sociedade. (Pause: É exatamente minha angustia que há tanto venho tendo com relação ao trabalho cientifico nas áreas da multidimensionalidade. Será que um dia consigo compor tal grupo?! Trabalhando e desejando isso intensamente!!!).
Vou deixar aqui a tradução de alguns trechos desse artigo:
“Desde seu surgimento, a ciência tem continuamente evoluído por uma razão fundamental: a acumulação de evidências empíricas que não podem ser acomodadas em visões enrijecidas. Por vezes as mudanças são pequenas, mas em alguns casos são titânicas, como na revolução relativística-quântica nas primeiras décadas do século 20. Muitos cientistas acreditam que uma transição similar seja agora necessária, porque o foco materialista que dominou a ciência moderna não pode acomodar um conjunto crescente de evidências empíricas no domínio da consciência e espiritualidade”...
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4. Os métodos científicos baseados na filosofia materialista têm sido muito bem sucedidos, não só por aumentarem a nossa compreensão da natureza, mas também por trazerem maior controle e liberdade através de avanços na tecnologia.
5. No entanto, o domínio quase absoluto do materialismo no mundo académico tem restringido seriamente as ciências e dificultado o desenvolvimento do estudo científico da mente e da espiritualidade. A fé nesta ideologia, como um quadro explicativo exclusivo para a realidade, obrigou os cientistas a negligenciar a dimensão subjetiva da experiência humana. Isto levou a uma compreensão extremamente distorcida e empobrecida de nós mesmos e do nosso lugar na natureza.
6. A ciência é antes de tudo um método não-dogmático e de mente aberta, de aquisição de conhecimento sobre a natureza através da observação, investigação experimental e explicação teórica de fenômenos. A sua metodologia não é sinônimo de materialismo e não deve estar comprometida com nenhuma forma particular de crenças, dogmas ou ideologias....
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