Delcídio do Amaral antecipou-se a Eduardo Cunha no jogar bosta no ventilador, transformando-se talvez na maior metralhadora giratória da nossa história. Claro que quem mais perde nessa história é ele. Na política como no esporte há que se optar por um dos times, sob pena de ser triturado pelos dois. Nas acusações feitas por Delcídio só uma certeza: para saber dos detalhes e nomes dos esquemas é porque ele, Delcídio, estava em todos. Contra Dilma apenas Pasadena, caso já investigado pelo Congresso, pela Lava Jato e pela Polícia Federal, frustrando a todos os golpistas, que não conseguiram envolvê-la, além da atenuante de que Pasadena está funcionando e dando lucros, pagando-se. E onde Moro entra nessa história? Até agora sobre as denúncias contra Aécio Neves, Moro se pronunciou com um “não vem ao caso”; contra os 150 milhões dados a FHC, por Cerveró, que levou 300 mil como comissão, o “não é disso que estamos tratando, limite-se a responder ao perguntado”; às mais diversas denúncias d...