Humano, demasiadamente animal
Minha vida não tem molde, nem quero moldá-la. Pinto sem forma, vivo a hora. Poucos sabem quando deixar os instintos governar. Entre o desejo e a razão, caminho sem dono, sem chão. Sem mapas, sem promessas. A liberdade? Não existe. Só o impulso, só o risco, só o agora. Sou humano, demasiadamente animal.