Homo Deus = Consciência Livre
Sabe aquelas pessoas que você sente vontade de sentar, beber um vinho, comer qualquer coisa e bater um papo? Eu sinto essa vontade com o Yuval Harari rsrsrs...
Acho o raciocínio logico dele dentro da argumentação muito maravilhosa. Ao longo da leitura do Sapiens e do Homo Deus ele sempre conseguiu me chamar a atenção e fazer refletir em vários aspectos, mas um em especifico me inquietou tanto, que me fez ter necessidade de escrever esse post.
Em um dado momento no livro Homo Deus ele diz o seguinte:
"Humanos são algoritmos que produzem cópias deles mesmo...... Os algoritmos que controlam humanos funcionam mediante sensações, emoções e pensamentos. E o mesmo tipo de algoritmo controla porcos, babuínos, lontras e galinhas..." (Yuval Harari, Homo Deus: Uma breve historia do amanhã)
Já havia escutado a ideia de humanos serem algoritmos, mas não tinha dado tanta validade na época, pois não achei a argumentação da pessoa que fez a colocação válida, porém da forma que esse autor coloca no livro - comparando o ser humano com uma maquina que faz outras maquinas - é simplesmente perfeita.
E ele estende essa definição a todos os animais, afinal, um dos extintos básicos é a reprodução. O "crescei e multiplicai vos" da bíblia, parece vir escrito também no código genético e a vontade de ver uma versão de si cresce a medida que entramos no período de maturidade sexual. É preciso ter a decisão firme para negar esse instinto, digo isso por experiencia própria. Enfim...
Não foi a passagem do algoritmo em si que me encantou. E sim a ideia de "sensações, emoções e pensamentos" controlarem este algoritmo.
Particularmente, trocaria 'emoções' por energia, ou prana, ou chi, ou bioenergia ou qualquer coisa que se torne entendível quando nos referimos a essa parte sutil do ser humano e que ainda causa tanta confusão na ciência. Mas de toda a forma, do jeito que foi explicado, ele acaba usando a ideia do PENSENE. Trocando apenas energia por emoção. Aparentemente a filosofia está chegando lá...
Quando eu voltar a pensar que estudar de forma acadêmica o desconhecido é muito difícil, vou reler esse post e falar pra mim mesma: " Vai com calma Ana Paula, o mundo caminha devagar..." É sempre devagar.
Acho o raciocínio logico dele dentro da argumentação muito maravilhosa. Ao longo da leitura do Sapiens e do Homo Deus ele sempre conseguiu me chamar a atenção e fazer refletir em vários aspectos, mas um em especifico me inquietou tanto, que me fez ter necessidade de escrever esse post.
Em um dado momento no livro Homo Deus ele diz o seguinte:
"Humanos são algoritmos que produzem cópias deles mesmo...... Os algoritmos que controlam humanos funcionam mediante sensações, emoções e pensamentos. E o mesmo tipo de algoritmo controla porcos, babuínos, lontras e galinhas..." (Yuval Harari, Homo Deus: Uma breve historia do amanhã)
Já havia escutado a ideia de humanos serem algoritmos, mas não tinha dado tanta validade na época, pois não achei a argumentação da pessoa que fez a colocação válida, porém da forma que esse autor coloca no livro - comparando o ser humano com uma maquina que faz outras maquinas - é simplesmente perfeita.
E ele estende essa definição a todos os animais, afinal, um dos extintos básicos é a reprodução. O "crescei e multiplicai vos" da bíblia, parece vir escrito também no código genético e a vontade de ver uma versão de si cresce a medida que entramos no período de maturidade sexual. É preciso ter a decisão firme para negar esse instinto, digo isso por experiencia própria. Enfim...
Não foi a passagem do algoritmo em si que me encantou. E sim a ideia de "sensações, emoções e pensamentos" controlarem este algoritmo.
Particularmente, trocaria 'emoções' por energia, ou prana, ou chi, ou bioenergia ou qualquer coisa que se torne entendível quando nos referimos a essa parte sutil do ser humano e que ainda causa tanta confusão na ciência. Mas de toda a forma, do jeito que foi explicado, ele acaba usando a ideia do PENSENE. Trocando apenas energia por emoção. Aparentemente a filosofia está chegando lá...
Quando eu voltar a pensar que estudar de forma acadêmica o desconhecido é muito difícil, vou reler esse post e falar pra mim mesma: " Vai com calma Ana Paula, o mundo caminha devagar..." É sempre devagar.
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