Pseudociência x Metodologia cientifica
Estava pensando hoje em como é complexo estudar de forma acadêmica e séria assuntos que são taxados como 'metafísicos'. Até que ponto é confortável para a ciência/cientistas manter questões como multidimensionalidade taxadas como religiosas? Ou mesmo metafísicas? Como sair da pseudociência quando a metodologia cientifica ainda não abrange esse estudo? É realmente mais fácil manter a tradição milenar de manter o olhar crente do que admitir a incapacidade técnica do ser humano em atingir algumas áreas além da vida física?
Sempre muitas perguntas brotam em minha cabeça...
Eu acredito que vai chegar um ponto ~e não vai demorar~ em que a tecnologia vai tornar o estudo dos corpos sutis do ser humano mais palpáveis, porem, ainda não chegamos lá.
Busquei alguns artigos científicos voltados para a ciência da consciência na internet e no caso da IAC, que possui o journal algumas publicações antigas e pude ver a dificuldade dos pesquisadores em desenvolver metodologias cientificas para comprovar fenômenos que agem "fora" de um padrão orgânico e biológico. O famoso 'fora da caixinha' quando é demais, faz a própria ciência brecar...
É diferente por exemplo de uma exploração no campo físico mas pouco estudado, por exemplo, estudos no fundo do mar. Todos sabemos que o ser humano pode e deve estudar mais o fundo dos oceanos. É um consenso, um estudo físico, então ok. Mas se falo sobre estudar outras dimensões, mesmo a física em algumas teorias comprovando sua existência, vira fantasia?!
Confesso que tenho um pouco de receio de conversar sobre esses temas com qualquer pessoa, mesmo os familiares, acho que por isso fiz o blog - só quem se interessa vai buscar por esse assunto na internet...
O Receio é não só por achar que eles possam vir a me julgar (o que naturalmente acaba acontecendo para os mais céticos), mas também porque esses assuntos relativos ao 'etherico' são muito arraigados ao sistema de crenças. É difícil encontrar alguém que consiga falar sobre isso sem colocar religiosidade no meio. Mais difícil ainda é fazer tornar esse assuntos científicos levando em consideração a limitação da própria ciência. É como se eu estivesse tateando uma área onde a ciência mais atrapalha do que ajuda, sei lá.
As minhas experiencias são claras e são elas que me dão propulsão e acredito que isso também deve ocorrer com outros pesquisadores que desenvolvem esse tema ao redor do mundo. Pois largar tudo para viver para isso provocam transformações dolorosas e algumas vezes irreversíveis na vida. São minhas próprias experiencias que me dão base para o impulso da mudança de vida.
Acho que a dor que surgiu nessa reflexão é pensar até que ponto eu estou disposta a ver a "ciência" menosprezar ou taxar como pseudociência as experiencias relativas a multidimensionalidade -inclusive as minhas- apenas por não conseguir um encaixe em sua metodologia tradicional?... Não sei a resposta.
Sempre muitas perguntas brotam em minha cabeça...
Eu acredito que vai chegar um ponto ~e não vai demorar~ em que a tecnologia vai tornar o estudo dos corpos sutis do ser humano mais palpáveis, porem, ainda não chegamos lá.
Busquei alguns artigos científicos voltados para a ciência da consciência na internet e no caso da IAC, que possui o journal algumas publicações antigas e pude ver a dificuldade dos pesquisadores em desenvolver metodologias cientificas para comprovar fenômenos que agem "fora" de um padrão orgânico e biológico. O famoso 'fora da caixinha' quando é demais, faz a própria ciência brecar...
É diferente por exemplo de uma exploração no campo físico mas pouco estudado, por exemplo, estudos no fundo do mar. Todos sabemos que o ser humano pode e deve estudar mais o fundo dos oceanos. É um consenso, um estudo físico, então ok. Mas se falo sobre estudar outras dimensões, mesmo a física em algumas teorias comprovando sua existência, vira fantasia?!
Confesso que tenho um pouco de receio de conversar sobre esses temas com qualquer pessoa, mesmo os familiares, acho que por isso fiz o blog - só quem se interessa vai buscar por esse assunto na internet...
O Receio é não só por achar que eles possam vir a me julgar (o que naturalmente acaba acontecendo para os mais céticos), mas também porque esses assuntos relativos ao 'etherico' são muito arraigados ao sistema de crenças. É difícil encontrar alguém que consiga falar sobre isso sem colocar religiosidade no meio. Mais difícil ainda é fazer tornar esse assuntos científicos levando em consideração a limitação da própria ciência. É como se eu estivesse tateando uma área onde a ciência mais atrapalha do que ajuda, sei lá.
As minhas experiencias são claras e são elas que me dão propulsão e acredito que isso também deve ocorrer com outros pesquisadores que desenvolvem esse tema ao redor do mundo. Pois largar tudo para viver para isso provocam transformações dolorosas e algumas vezes irreversíveis na vida. São minhas próprias experiencias que me dão base para o impulso da mudança de vida.
Acho que a dor que surgiu nessa reflexão é pensar até que ponto eu estou disposta a ver a "ciência" menosprezar ou taxar como pseudociência as experiencias relativas a multidimensionalidade -inclusive as minhas- apenas por não conseguir um encaixe em sua metodologia tradicional?... Não sei a resposta.
Nota pós post:
Entendimento que ciência e cientistas são coisas diferentes e tb do fato de alguns cientistas sofrerem do tripé maligno: ignorância, medo e ódio. E por isso há essa dificuldade de trocas e consequentemente do estudo coerente em algumas áreas que acabam sendo subjugadas como pseudociência, mesmo havendo esforço para ser realmente ciência de fato.
O preconceito de algumas pessoas não podem parar o desenvolvimento intelectual.
Entendimento que ciência e cientistas são coisas diferentes e tb do fato de alguns cientistas sofrerem do tripé maligno: ignorância, medo e ódio. E por isso há essa dificuldade de trocas e consequentemente do estudo coerente em algumas áreas que acabam sendo subjugadas como pseudociência, mesmo havendo esforço para ser realmente ciência de fato.
O preconceito de algumas pessoas não podem parar o desenvolvimento intelectual.
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