Sobre o pensamento
Uns dias atrás fiz um post sobre o cérebro... Essa máquina tão misteriosa que nos dá o poder tão distintivo de pensar... Ainda há muito sobre o cérebro para ser entendido: o conceito de consciência ainda é raso, muitas percepções que temos podem ser ilusões e etc...
Acontece que eu enjoei de focar no cérebro e resolvi pensar sobre o pensamento e sobre seu papel fundamental na vida das pessoas... Acho que o pensamento é a capacidade mais incrível do ser humano e é também, a que mais nos castiga. Perceba que, apesar de tudo o que mudou no mundo e continua a mudar, a verdadeira batalha do ser humano ainda é interna. Mudanças reais de nós mesmos não acontecem até que encaremos nossas mentes e pensamentos...
Vivemos na era da informação, entretanto a informação por si só não melhora nosso pensamento e nem a qualidade de nossa tomada de decisão. Para ser assertivo também é preciso entender e atualizar a maneira como nossas mentes processam essas informações.
Nosso cérebro é uma máquina de sobrevivência que busca padrões e os hábitos garantem que não precisamos pensar muito no que fazer quando surgem situações diferentes, permitindo economizar energia. Essa caraterística foi conquistada durante os processos de evolução da espécie e é normal a todas as pessoas.
Quando se trata da mente humana, ainda não existem teorias concretas sobre como o pensamento surge. Sabemos, no entanto, que o pensamento desempenha um papel central na facilitação de como interagimos com as informações. E da mesma forma que formamos hábitos de ação relacionados ao nosso ambiente, também formamos hábitos de pensamento quando se trata de como pensamos o mundo. Geralmente, se um padrão persiste em nossos hábitos mentais, significa que ele é valioso em algum sentido. Se você sempre pensa sobre um assunto x de uma forma determinada, isso quer dizer que você ve valor nessa forma de pensar...
Uma das razões pelas quais é tão difícil mudar de ideia sobre as coisas é que nosso cérebro está preso nesses ciclos de hábitos mentais, que tendem a olhar as informações de um ponto de vista singular. Nossos cérebros aprenderam algo em um contexto, e por engano o aplicam a outros, misturando os gatilhos que levam a pensamentos rotineiros.
Para pensar bem, devemos estar cientes das limitações do nosso próprio pensamento e não deixá-los nos restringir.
Quanto mais diversificados forem nossos padrões de pensamento, maior será nossa capacidade de interagir com as informações ao nosso redor.
Como os padrões de pensamento emergem dos laços de hábito mental que formamos como resposta à experiência, a única maneira de diversificá-los é procurar encontros novos e conflitantes. Podemos fazer isso através de livros, ambientes desconhecidos ou até jogos de pensamento hipotéticos.
É realmente fácil ficarmos presos em ciclos de hábitos mentais que não avaliam com precisão a situação que estamos trabalhando, levando a problemas de compreensão e satisfação. Para combater isso, temos que ser intencionais na diversificação de nossos padrões de pensamento. Temos que aprender a reconhecer quando estamos caindo em um padrão de pensamento incompatível e precisamos usar essas informações para atualizar como fazemos conexões entre os objetos em nosso ambiente.
Claro que dizer que todas as questões podem ser resolvidas com uma mudança nos padrões de pensamento ignora o quadro geral dos problemas complexos e das dúvidas que rondam o ser humano, mas me parece plausível que a qualidade das nossas tomadas de decisões e de nossas ações, estejam ligados a diversidade e a qualidade dos nossos pensamento. Assim sendo, a forma como pensamos sobre um dado acontecimento/assunto é, sem dúvida, mais importante do que o próprio acontecimento/assunto em si.
Acontece que eu enjoei de focar no cérebro e resolvi pensar sobre o pensamento e sobre seu papel fundamental na vida das pessoas... Acho que o pensamento é a capacidade mais incrível do ser humano e é também, a que mais nos castiga. Perceba que, apesar de tudo o que mudou no mundo e continua a mudar, a verdadeira batalha do ser humano ainda é interna. Mudanças reais de nós mesmos não acontecem até que encaremos nossas mentes e pensamentos...
Vivemos na era da informação, entretanto a informação por si só não melhora nosso pensamento e nem a qualidade de nossa tomada de decisão. Para ser assertivo também é preciso entender e atualizar a maneira como nossas mentes processam essas informações.
Nosso cérebro é uma máquina de sobrevivência que busca padrões e os hábitos garantem que não precisamos pensar muito no que fazer quando surgem situações diferentes, permitindo economizar energia. Essa caraterística foi conquistada durante os processos de evolução da espécie e é normal a todas as pessoas.
Quando se trata da mente humana, ainda não existem teorias concretas sobre como o pensamento surge. Sabemos, no entanto, que o pensamento desempenha um papel central na facilitação de como interagimos com as informações. E da mesma forma que formamos hábitos de ação relacionados ao nosso ambiente, também formamos hábitos de pensamento quando se trata de como pensamos o mundo. Geralmente, se um padrão persiste em nossos hábitos mentais, significa que ele é valioso em algum sentido. Se você sempre pensa sobre um assunto x de uma forma determinada, isso quer dizer que você ve valor nessa forma de pensar...
Uma das razões pelas quais é tão difícil mudar de ideia sobre as coisas é que nosso cérebro está preso nesses ciclos de hábitos mentais, que tendem a olhar as informações de um ponto de vista singular. Nossos cérebros aprenderam algo em um contexto, e por engano o aplicam a outros, misturando os gatilhos que levam a pensamentos rotineiros.
Para pensar bem, devemos estar cientes das limitações do nosso próprio pensamento e não deixá-los nos restringir.
Quanto mais diversificados forem nossos padrões de pensamento, maior será nossa capacidade de interagir com as informações ao nosso redor.
Como os padrões de pensamento emergem dos laços de hábito mental que formamos como resposta à experiência, a única maneira de diversificá-los é procurar encontros novos e conflitantes. Podemos fazer isso através de livros, ambientes desconhecidos ou até jogos de pensamento hipotéticos.
É realmente fácil ficarmos presos em ciclos de hábitos mentais que não avaliam com precisão a situação que estamos trabalhando, levando a problemas de compreensão e satisfação. Para combater isso, temos que ser intencionais na diversificação de nossos padrões de pensamento. Temos que aprender a reconhecer quando estamos caindo em um padrão de pensamento incompatível e precisamos usar essas informações para atualizar como fazemos conexões entre os objetos em nosso ambiente.
Claro que dizer que todas as questões podem ser resolvidas com uma mudança nos padrões de pensamento ignora o quadro geral dos problemas complexos e das dúvidas que rondam o ser humano, mas me parece plausível que a qualidade das nossas tomadas de decisões e de nossas ações, estejam ligados a diversidade e a qualidade dos nossos pensamento. Assim sendo, a forma como pensamos sobre um dado acontecimento/assunto é, sem dúvida, mais importante do que o próprio acontecimento/assunto em si.
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