Por que visitar Évora?
Évora é um museu a céu aberto com um grande número de monumentos preservados e construções maravilhosas que levaram a UNESCO nomeá-la como patrimônio mundial da humanidade. Cada era histórica que se passou deixou traços em Évora.
Foram os celtas que a nomearam Ebora e os romanos construíram o monumento mais famoso da cidade, o Templo Romano supostamente dedicado a deusa Diana. Sua datação está em torno do segundo ou terceiro século e hoje sabe-se que a finalidade real de sua construção foi homenagear o imperador Augusto. E embora, em parte tenha sido destruída no século V pelas invasões bárbaras, ainda é um dos monumentos mais bem preservados da península ibérica. O templo é construído sob uma plataforma de pedra com 3 metros de altura, e possui 14 colunas de granito ainda de pé, das 18 contidas na estrutura original.
Em vários pontos de Évora, tem -se vestígios das antigas casas de banhos, arcos e etc. refletindo na cidade a presença Moura.
A principal praça de Évora, chamada praça do Giraldo, era o local de execução da inquisição, mas agora é um local com lojas e cafés. A fonte da praça foi construída em 1571 em frente a igreja que apresenta construção renascentista dedicada a St Antão. A fonte tem o número de bicas igual ao número de ruas que conduzem até à praça, assim, são 10 bicas na fonte representando as 10 ruas que levam até ela.
A Catedral da Sé de Évora foi construída em 1186 (e foi onde as velas que compuseram a nau das caravelas de Vasco da Gama foram abençoadas antes da viagem às Índias). Sua construção tem influência romana e gótica, entretanto, o portal da catedral é datado do século 14 e apresenta esculpido os apóstolos. O interior é gótico e apresenta uma das maiores das naves (ala central) do país, e ainda tem em seu interior um grande órgão da época renascentista, sendo um dos mais antigos do país.
A uma curta caminhada da Sé de Évora tem-se a Universidade dos Jesuítas fundada em 1559, atual Universidade de Évora (onde eu e meu marido estudamos). É uma elegante construção da renascença e as entradas das salas de aula possuem painéis representando as matérias ensinadas em cada sala de aula.
Andando pela cidade encontram-se várias igrejas interessantes, mas nenhuma é tão curiosa quanto a igreja de São Francisco que em seu interior abriga a Capela dos ossos. A igreja de São Francisco foi construída em 1510 e é de estrutura gótica manuelina. A Capela dos ossos possui cerca de 5000 esqueletos de ossos humanos cobrindo suas paredes e colunas. Sendo a atracão mais arrepiante da cidade, na entrada a direita se percebe algo que parece ser um cadáver de uma criança e acima do vão está sinalizado " nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos" . Sim, bizarro...
Em Évora também existe jardins públicos, sendo um deles próximo da igreja de São Francisco que também foi palácio da família real portuguesa, havendo como de fato mais marcante a presença de dom Manuel no século 16. Foi neste jardim em que Vasco da gama recebeu sua permissão para se lançar ao mar rumo as índias e por isso existe uma estatua do navegador português neste jardim. É um ótimo lugar para descansar...
Saindo pelas muralhas da cidade, passando pelo rossio de são Brás chega-se a Ermida de São Brás, uma extraordinária construção gótica datada de 1485 em forma de Castelo medieval. É uma construção que foi feita para mostrar a gratidão daqueles que sobreviveram a peste negra.
Ainda há muito em Évora que não cabe nesse texto, estruturas mouras, aquedutos ornando a cidade e numerosas estruturas pré históricas, mas decidi pular direito para o mais famoso deles que é o cromeleque de Almendres. Este cromeleque é datado por algo em torno de 4000 e 2000 antes de Cristo e é chamado de Stonenhenge português, é a estrutura do megalítico mais importante da península ibérica, consistindo de uma estrutura oval de granitos monólitos, alguns com gravuras cravadas indicando que aquele local tinha um propósito de culto. Marcando uma cultura que floresceu na península ibérica e se espalhou pelo norte (Bretanha e Dinamarca).
Viver em Évora não é fácil, é pequeno, e como consequência, torna-se difícil de conseguir emprego, além disso, por ser longe do mar acaba por apresentar variações térmicas muito grande. Por exemplo, já presenciei dias de variações térmicas de 15 graus no mesmo dia. De manhã fez 45 graus Celsius e a noite fez 30 graus... E isso castiga bastante, entretanto, de forma histórico cultural é um local muito rico e que vale a visita.
Foram os celtas que a nomearam Ebora e os romanos construíram o monumento mais famoso da cidade, o Templo Romano supostamente dedicado a deusa Diana. Sua datação está em torno do segundo ou terceiro século e hoje sabe-se que a finalidade real de sua construção foi homenagear o imperador Augusto. E embora, em parte tenha sido destruída no século V pelas invasões bárbaras, ainda é um dos monumentos mais bem preservados da península ibérica. O templo é construído sob uma plataforma de pedra com 3 metros de altura, e possui 14 colunas de granito ainda de pé, das 18 contidas na estrutura original.
Em vários pontos de Évora, tem -se vestígios das antigas casas de banhos, arcos e etc. refletindo na cidade a presença Moura.
A principal praça de Évora, chamada praça do Giraldo, era o local de execução da inquisição, mas agora é um local com lojas e cafés. A fonte da praça foi construída em 1571 em frente a igreja que apresenta construção renascentista dedicada a St Antão. A fonte tem o número de bicas igual ao número de ruas que conduzem até à praça, assim, são 10 bicas na fonte representando as 10 ruas que levam até ela.
A Catedral da Sé de Évora foi construída em 1186 (e foi onde as velas que compuseram a nau das caravelas de Vasco da Gama foram abençoadas antes da viagem às Índias). Sua construção tem influência romana e gótica, entretanto, o portal da catedral é datado do século 14 e apresenta esculpido os apóstolos. O interior é gótico e apresenta uma das maiores das naves (ala central) do país, e ainda tem em seu interior um grande órgão da época renascentista, sendo um dos mais antigos do país.
A uma curta caminhada da Sé de Évora tem-se a Universidade dos Jesuítas fundada em 1559, atual Universidade de Évora (onde eu e meu marido estudamos). É uma elegante construção da renascença e as entradas das salas de aula possuem painéis representando as matérias ensinadas em cada sala de aula.
Andando pela cidade encontram-se várias igrejas interessantes, mas nenhuma é tão curiosa quanto a igreja de São Francisco que em seu interior abriga a Capela dos ossos. A igreja de São Francisco foi construída em 1510 e é de estrutura gótica manuelina. A Capela dos ossos possui cerca de 5000 esqueletos de ossos humanos cobrindo suas paredes e colunas. Sendo a atracão mais arrepiante da cidade, na entrada a direita se percebe algo que parece ser um cadáver de uma criança e acima do vão está sinalizado " nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos" . Sim, bizarro...
Em Évora também existe jardins públicos, sendo um deles próximo da igreja de São Francisco que também foi palácio da família real portuguesa, havendo como de fato mais marcante a presença de dom Manuel no século 16. Foi neste jardim em que Vasco da gama recebeu sua permissão para se lançar ao mar rumo as índias e por isso existe uma estatua do navegador português neste jardim. É um ótimo lugar para descansar...
Saindo pelas muralhas da cidade, passando pelo rossio de são Brás chega-se a Ermida de São Brás, uma extraordinária construção gótica datada de 1485 em forma de Castelo medieval. É uma construção que foi feita para mostrar a gratidão daqueles que sobreviveram a peste negra.
Ainda há muito em Évora que não cabe nesse texto, estruturas mouras, aquedutos ornando a cidade e numerosas estruturas pré históricas, mas decidi pular direito para o mais famoso deles que é o cromeleque de Almendres. Este cromeleque é datado por algo em torno de 4000 e 2000 antes de Cristo e é chamado de Stonenhenge português, é a estrutura do megalítico mais importante da península ibérica, consistindo de uma estrutura oval de granitos monólitos, alguns com gravuras cravadas indicando que aquele local tinha um propósito de culto. Marcando uma cultura que floresceu na península ibérica e se espalhou pelo norte (Bretanha e Dinamarca).
Viver em Évora não é fácil, é pequeno, e como consequência, torna-se difícil de conseguir emprego, além disso, por ser longe do mar acaba por apresentar variações térmicas muito grande. Por exemplo, já presenciei dias de variações térmicas de 15 graus no mesmo dia. De manhã fez 45 graus Celsius e a noite fez 30 graus... E isso castiga bastante, entretanto, de forma histórico cultural é um local muito rico e que vale a visita.
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