PENSANDO BEM... DELCÍDIO COLOCOU MORO NA PAREDE: OU VIRA JUIZ OU ASSUME QUE É UM EXECUTIVO DO PSDB
Delcídio do Amaral antecipou-se a Eduardo Cunha no jogar bosta no ventilador, transformando-se talvez na maior metralhadora giratória da nossa história.
Claro que quem mais perde nessa história é ele. Na política como no esporte há que se optar por um dos times, sob pena de ser triturado pelos dois.
Nas acusações feitas por Delcídio só uma certeza: para saber dos detalhes e nomes dos esquemas é porque ele, Delcídio, estava em todos.
Contra Dilma apenas Pasadena, caso já investigado pelo Congresso, pela Lava Jato e pela Polícia Federal, frustrando a todos os golpistas, que não conseguiram envolvê-la, além da atenuante de que Pasadena está funcionando e dando lucros, pagando-se.
E onde Moro entra nessa história? Até agora sobre as denúncias contra Aécio Neves, Moro se pronunciou com um “não vem ao caso”; contra os 150 milhões dados a FHC, por Cerveró, que levou 300 mil como comissão, o “não é disso que estamos tratando, limite-se a responder ao perguntado”; às mais diversas denúncias de que tudo começou no governo FHC, quando ele nomeou Paulo César e Cerveró para a direção da Petrobras e acabou com a obrigatoriedade de licitações na estatal, o ouvido de mercador de Moro, além de muitos outros cidadãos acima de quaisquer suspeitas, citados, entre eles Aloysio Nunes e Álvaro Dias.
Delcídio desmascarou Moro, quando confirmou as denúncias dos outros réus contra a angelical falange tucana, mostrando que o pouco mais que rábula de Curitiba funciona na defensoria do PSDB e na promotoria, se o acusado é o do PT.
Se o braço tucano de Curitiba agia sob segredo de justiça, com o vazamento de só o que interessava, feito pelo Japonês Bonzinho, a fada do príncipe Moro, homem de confiança dele, praticamente exonerado do serviço público porque não menos ladrão que qualquer réu da Lava Jato, no STF não haverá segredo de Justiça, a delação foi homologado em aberto, com acesso público, para que possamos fazer o raio-x de todos os envolvidos, a maior parte deles protegidos de Moro e seus intrépidos procuradores do Ministério Público.
Aécio, o Senador do Terço, que já tinha sido citado cinco vezes na Lava Jato, ganhou só mais dezesseis citações de Delcídio.
Onde tem roubo nesse país tem as digitais do Senador Marcola das Alterosas, justamente o que mais prega a moralização da política brasileira.
Desde o início do racha nacional, quando a oposição usou a técnica hitlerista de criminalizar a política e os políticos, jogando todos na vala comum dos criminosos, abrindo espaço para um golpe, exatamente como fez Hitler, Mussolini, Franco, Salazar e a UDN, o PSDB de outrora, em 64, venho afirmando que uma derrota eleitoral é pouco para justificar todo o ódio de Aécio e Cunha à Dilma.
Os norte americanos são pouco criativos, repetem-se num mesmo espetáculo, só trocando os atores, substituindo os que morreram.
Este o componente de fundo na tentativa de golpe: preservar interesses norte americanos no Brasil, tendo a embaixadora Liliane Ayalde e o adido comercial José Serra como peças centrais, movendo os cordões dos bonecos vendidos.
Isto justifica o empenho dos golpistas, mas não justifica o ódio, nascido, segundo a deduração de Delcídio, no desmonte de esquemas milionários, feitos por Dilma, competentemente, sem alardes, sem estardalhaços, sem escândalos na mídia, em estrito cumprimento do dever.
Delcídio avalizou a lista de Furnas, o que acaba definitivamente com o hímen da honestidade de Bolsonaro, tão larápio quando os seus pares de mesmos discursos.
Mas a mídia continua realizando movimento de ginastas olímpicos, para esconder que o esgoto existe e fede, reduzindo tudo a uma gravação de Aloizio Mercadante num telefonema com um assessor do Delcídio.
Ao contrário dos golpistas, dos neofascistas e os seus coxinhas encabrestados, não tenho ladrões preferenciais, querendo-os todos presos e até com as cuecas expropriadas.
Se Mercadante é culpado, coloquem-no na mesma cela em que estiver Aécio e o resto da quadrilha.
Claro que quem mais perde nessa história é ele. Na política como no esporte há que se optar por um dos times, sob pena de ser triturado pelos dois.
Nas acusações feitas por Delcídio só uma certeza: para saber dos detalhes e nomes dos esquemas é porque ele, Delcídio, estava em todos.
Contra Dilma apenas Pasadena, caso já investigado pelo Congresso, pela Lava Jato e pela Polícia Federal, frustrando a todos os golpistas, que não conseguiram envolvê-la, além da atenuante de que Pasadena está funcionando e dando lucros, pagando-se.
E onde Moro entra nessa história? Até agora sobre as denúncias contra Aécio Neves, Moro se pronunciou com um “não vem ao caso”; contra os 150 milhões dados a FHC, por Cerveró, que levou 300 mil como comissão, o “não é disso que estamos tratando, limite-se a responder ao perguntado”; às mais diversas denúncias de que tudo começou no governo FHC, quando ele nomeou Paulo César e Cerveró para a direção da Petrobras e acabou com a obrigatoriedade de licitações na estatal, o ouvido de mercador de Moro, além de muitos outros cidadãos acima de quaisquer suspeitas, citados, entre eles Aloysio Nunes e Álvaro Dias.
Delcídio desmascarou Moro, quando confirmou as denúncias dos outros réus contra a angelical falange tucana, mostrando que o pouco mais que rábula de Curitiba funciona na defensoria do PSDB e na promotoria, se o acusado é o do PT.
Se o braço tucano de Curitiba agia sob segredo de justiça, com o vazamento de só o que interessava, feito pelo Japonês Bonzinho, a fada do príncipe Moro, homem de confiança dele, praticamente exonerado do serviço público porque não menos ladrão que qualquer réu da Lava Jato, no STF não haverá segredo de Justiça, a delação foi homologado em aberto, com acesso público, para que possamos fazer o raio-x de todos os envolvidos, a maior parte deles protegidos de Moro e seus intrépidos procuradores do Ministério Público.
Aécio, o Senador do Terço, que já tinha sido citado cinco vezes na Lava Jato, ganhou só mais dezesseis citações de Delcídio.
Onde tem roubo nesse país tem as digitais do Senador Marcola das Alterosas, justamente o que mais prega a moralização da política brasileira.
Desde o início do racha nacional, quando a oposição usou a técnica hitlerista de criminalizar a política e os políticos, jogando todos na vala comum dos criminosos, abrindo espaço para um golpe, exatamente como fez Hitler, Mussolini, Franco, Salazar e a UDN, o PSDB de outrora, em 64, venho afirmando que uma derrota eleitoral é pouco para justificar todo o ódio de Aécio e Cunha à Dilma.
Os norte americanos são pouco criativos, repetem-se num mesmo espetáculo, só trocando os atores, substituindo os que morreram.
Este o componente de fundo na tentativa de golpe: preservar interesses norte americanos no Brasil, tendo a embaixadora Liliane Ayalde e o adido comercial José Serra como peças centrais, movendo os cordões dos bonecos vendidos.
Isto justifica o empenho dos golpistas, mas não justifica o ódio, nascido, segundo a deduração de Delcídio, no desmonte de esquemas milionários, feitos por Dilma, competentemente, sem alardes, sem estardalhaços, sem escândalos na mídia, em estrito cumprimento do dever.
Delcídio avalizou a lista de Furnas, o que acaba definitivamente com o hímen da honestidade de Bolsonaro, tão larápio quando os seus pares de mesmos discursos.
Mas a mídia continua realizando movimento de ginastas olímpicos, para esconder que o esgoto existe e fede, reduzindo tudo a uma gravação de Aloizio Mercadante num telefonema com um assessor do Delcídio.
Ao contrário dos golpistas, dos neofascistas e os seus coxinhas encabrestados, não tenho ladrões preferenciais, querendo-os todos presos e até com as cuecas expropriadas.
Se Mercadante é culpado, coloquem-no na mesma cela em que estiver Aécio e o resto da quadrilha.
Francisco Costa
Rio, 16/03/2016.
Rio, 16/03/2016.
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